terça-feira, 14 de agosto de 2012

A MAIOR PROVA DE AMOR

Bom dia.. A Graça e a Paz do Nosso Senhor Jesus a todos..

Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. João 15:13


Em 17 de fevereiro de 1941 o padre franciscano Maximilian Kolbe, da Polônia, foi preso pela Gestapo sob a acusação de ajudar judeus e oponentes poloneses. Em 28 de maio ele e mais quatro companheiros foram enviados para o campo de concentração de Auschwitz.

Poucos saíram de lá vivos. O comandante, Karl Fritsch, disse aos prisioneiros que os judeus tinham o direito de viver apenas duas semanas, e os padres católicos, um mês. E que a única saída do campo era através das chaminés do crematório.

O padre Maximiliano foi tatuado com o número 16670 e posto a trabalhar carregando blocos de pedras para a construção de um crematório. No fim de julho foi descoberto que um prisioneiro havia escapado, e os homens do grupo de Maximilian foram enfileirados ao sol abrasador do meio-dia, sabendo o que os esperava. A regra era que para cada prisioneiro que escapasse, dez morreriam da maneira mais cruel: de fome.

Dentre os dez escolhidos a esmo estava um sargento chamado Francis Gajowniczek, o qual clamou: “Misericórdia! Tenho mulher e filhos!”

Então um homem deu um passo à frente e se ofereceu para morrer em lugar do sargento. Era o prisioneiro nº 16670, Maximilian Kolbe.

O comandante permitiu a troca, e Kolbe e mais nove prisioneiros foram para a cela 18 onde o padre procurou lhes dar um pouco de ânimo e conforto espiritual. Ele suportou com lucidez a fome e o sofrimento durante duas semanas, e então lhe deram uma injeção letal. Maximilian Kolbe morreu em 14 de agosto.

O sargento Gajowniczek, por quem Kolbe deu a vida, sobreviveu e voltou para sua família. Para ele o dia 14 de agosto sempre foi um dia de reflexão e indizível gratidão por alguém que deu a vida para salvá-lo. Gajowniczek viveu até 1995.

Dar a vida por alguém é muito raro, e requer coragem, amor ao semelhante e convicção de estar em paz com Deus. Paulo diz que “dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:7, 8).



Não seremos nós eternamente gratos Àquele que morreu para nos salvar?

Que DEUS abençoe a todos, e que cada dia possamos saber que JESUS deu a vida por nós e oque nós estamos fazendo por aquele que morreu pela gente...AMÉM




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

ESQUELETOS NO ARMÁRIO


Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento. Mateus 9:13

     Se analisarmos a vida de alguns personagens bíblicos, encontraremos alguns esqueletos em seus armários. No Antigo Testamento nos deparamos com Abraão, um homem exemplar conhecido como “Pai da fé”, que, para salvar o pescoço, mentiu duas vezes sobre Sara, dizendo que ela era sua irmã( Gn 12:13). Jacó, o pai da nação israelita, aproveitando-se da fraqueza de seu irmão Esaú, roubou-lhe a bênção da primogenitura, e depois disso, enganou o pai( Gn 27:19). E o rei Davi, um homem segundo o coração de Deus, cometeu adultério com a esposa de um fiel general seu e depois mandou matá-lo para tentar encobrir seu pecado(2Sm 11).
     O Novo Testamento conta que Pedro passou três anos e meio com Jesus e foi considerado um dos Seus três amigos mais chegados. Mas durante o julgamento de Jesus Pedro negou que O conhecesse, embora tivesse sido avisado com antecedência que faria isso(Mt 26:31-35 e 69-75).
     Notem que esses quatro heróis cometeram seus pecados mais graves após terem dedicado a vida a Deus. Transportando isso para o nosso contexto, podemos dizer que eles escorregaram após “terem sido batizados e se tornado membros regulares da igreja”.
     Paulo, antes de se tornar o “apóstolo aos gentios” foi, segundo suas próprias palavras, “blasfemo, e perseguidor, e insolente” (1Tm 1:13). Mas mesmo depois de convertido ele confessou: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:19).
     A que conclusão podemos chegar com base nesses antecedentes nada recomendáveis dos heróis bíblicos? Que Jesus não veio “chamar justos, e sim pecadores [ao arrependimento]” (Mt 9:13) . Paulo apontou para si mesmo como exemplo dessa verdade ao dizer: “ 15 Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.16 Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que Nele haveriam de crer para a vida eterna.” (1Tm 1:15 e 16).
     A Bíblia é um livro confiável, pois não esconde o fato de que os seus heróis eram seres humanos falíveis e tinham deficiências de caráter como nós. Entre eles havia covardes, mentirosos, homicidas, adúlteros. Mas Deus os amava a despeito disto. Ele via neles não só defeitos, mas também virtudes, e um grande potencial para se tornarem cidadãos do Seu reino. E isto deve ser um estímulo para nós, porque por piores que sejam nossos defeitos, Ele nos ama e quer nos salvar.
     Por mais repulsivos que sejam os esqueletos em nosso armário, se permitirmos que Ele nos transforme seremos mais que vencedores.



Que a graça e a paz do Nosso Senhor JESUS sejam sobre suas vidas.
Amém.